Ano Lectivo 2009/2010

O nosso Projecto Curricular de Turma é Cuidar da Terra Aprendendo a Reduzir, Reutilizar e a Reciclar.
Mostrar mensagens com a etiqueta História. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta História. Mostrar todas as mensagens

3 de maio de 2010

Festa do Dia das Mães

Tudo o que as crianças prepararam, para celebrar o Dia da Mãe foi vivido com muito entusiasmo e alegria, como é natural.

As crianças fizeram um lindo ramo de flores e um postal; fizeram gelatina de morango para o lanche; cantaram as canções aprendidas alusivas a este dia e pediram, que fosse contada a história A MINHA MÃE.


A_minha_Mae


Esta foi a história, alusiva ao Dia da Mãe, contada às crianças.




NASCER

Mãe!
Que verdade linda
O nascer encerra:
Eu nasci de ti,
Como a flor da Terra!

(Matilde Rosa Araújo)

Nana, nana meu menino.
(Sónia Ferreira / Texto tradicional)

Nana, nana meu menino.
Nasce o sol, põe-se a lua.
Que destino será o teu
e que sorte será a tua…



Os Barcos

(Canção Pop. Francesa)

Mamã, como é que os barcos,
Sem ter pés, podem andar?
Não vês, meu patetinha,
São os homens a remar!


As Flores ficaram muito bonitas. Aqui ficam as fotos...






23 de abril de 2010

Dia Mundial do Livro e dos Direitos do Autor - 23 de Abril de 2010






Ao celebrar este dia em todo o mundo, a UNESCO pretende promover a leitura, edição e à protecção da propriedade intelectual através de direitos autorais.


23 de Abril: uma data simbólica para a literatura mundial, pois nesta data e no mesmo ano de 1616, Cervantes, Shakespeare e Inca Garcilaso de la Vega, todos morreram. É também a data de nascimento ou morte de outros proeminentes autores como Maurice Druon, K. Laxness, Vladimir Nabokov, Josep Pla e Manuel Mejía Vallejo. Foi uma escolha natural para a Conferência Geral da UNESCO para prestar uma homenagem mundial aos livros e autores, nesta data, incentivando a todos, e em particular os jovens, a descobrir o prazer da leitura e ganhar um respeito renovado pelas contribuições insubstituíveis daqueles que têm favorecido o progresso social e cultural da humanidade.


A ideia desta celebração teve origem na Catalunha onde, em 23 de Abril, Dia de São Jorge, uma rosa é tradicionalmente dada como um dom para cada livro vendido.


O sucesso do Dia Mundial do Livro e Direitos Autorais depende essencialmente do apoio recebido de todas as partes envolvidas (autores, editores, professores, bibliotecários, instituições públicas e privadas, organizações não governamentais e os meios de comunicação de massa), que foram mobilizados em cada país por Comissões Nacionais da UNESCO, UNESCO Clubes, Centros e Associações, Escolas e Bibliotecas associadas, e por todos aqueles que se sentem motivados a trabalhar em conjunto nesta celebração mundo dos livros e autores.


(A foto do Cartaz e as Informações, relativamente a esta celebração, foram recolhidos no site da UNESCO. )



No nosso Jardim-de-Infância, para assinalar a importância deste dia, convidámos a actriz Oceana Basílio para vir à nossa instituição contar uma história às crianças.








As crianças e adultos gostaram muito da forma como a actriz Oceana fez a animação do conto...






Sinopse



O Nabo Gigante, um conto original russo recolhido por Alexis Tolstoi no século XIX, tem os ingredientes de um conto popular verdadeiramente hilariante, pensado para crianças com menos de 5 anos e para todos os que se iniciam no mundo da leitura. Acompanha as atribulações de um simpático casal de velhinhos nesta nova versão, enriquecida com as belíssimas ilustrações de uma premiada artista irlandesa.



A história recontada pelas crianças da Sala Azul:

Era uma vez um velhinho e uma velhinha que viviam numa casa torta, que tinha um jardim. O velhinho e a velhinha tinham uma vaca, dois porcos, três gatos, quatro galinhas cinco gansos e seis canários.

Numa manhã o velhinho e a velhinha foram para o jardim e semearam legumes ervilhas, cenouras, batatas, feijões e nabos. Depois choveu muito à noite e todos os legumes cresceram depois de muitos dias.

Num lindo dia de sol na Primavera de manhã o velhinho e a velhinha colheram os legumes. Só faltava um nabo. O velhinho puxou e içou e sacudiu com muita força, mas o nabo nem se mexeu. O velhinho chamou a velhinha. Os dois puxaram e puxaram com mais força. Mas o nabo continuava a não sair da terra.

O velhinho e a velhinha foram buscar a grande vaca castanha e o nabo continuava sem sair da terra. Os dois porcos, os três gatos, as quatro galinhas, os cinco gansos, os seis canários também vieram ajudar. Puxaram e puxaram com mais força, mas nada conseguiram.

A velhinha teve uma ideia, foi até à cozinha pôs queijo na ratoeira do rato, apanhou o rato levou-o lá para fora, para ajudar. Então com a ajuda do rato fizeram todos muita força e conseguiram arrancar o nabo, mas com tanta força caíram todos em cima uns dos outros, porque o nabo era enorme. Era um nabo gigante!

Naquela noite, o velhinho e a velhinha fizeram uma panela de sopa de nabo. Todos comeram sopa. O ratinho foi o que comeu mais.

13 de abril de 2010

O Filme A Floresta d'água

E por curiosidade...

...depois das aulas, numa pesquisa feita na internet, foi encontrado o filme com a história e as canções da obra A Floresta d'água, no blogue Lisboa no Guiness de Vitor Marceneiro - o autor do filme e... por curiosidade... o neto do fadista Alfredo Marceneiro.


Aqui fica o filme e as canções da obra de Jorge Salgueiro para que possam ser conhecidos e apreciados.




Autor: vitor_duarte


Nota: Se este vídeo estiver inactivo, poderá visualizá-lo clicando em Floresta d'água






CANÇÃO GENTE ESTRANHA

Letra de João Aguiar
Música de Jorge Salgueiro

Os adultos são gente muito estranha:
Sujam e matam tudo em redor
E até acreditam na patranha
Que assim vamos viver muito melhor

Não sabem, quando matam a floresta,
Que acabarão também por se matar.
Desculpem mas não vamos nessa festa:
A Terra não é nossa para estragar!

Porque os crescidos estão muito divertidos
Estão divertidos, distraídos com o dinheiro
E nem sequer reparam no que fizeram,
Neste deserto, b'lhác!!!, neste mau cheiro!

E nem sequer reparam no que fizeram,
Neste deserto, b'lhác!!!, neste mau cheiro!

O que fizeram,
O que fizeram,
O que fizeram.







HINO DAS CRIANÇAS À TERRA

Letra de João Aguiar
Música de Jorge Salgueiro

A Terra é Verde, é Flores, é Crianças
Só podemos viver sem a sujar.
Vamos ter de mudar estas mudanças,
Somos nós que temos de a salvar.

Somos nós que temos de a salvar.

A Terra é Verde, é Flores, é Crianças
Só podemos viver sem a sujar.
Vamos ter de mudar estas mudanças,
Somos nós que temos de a salvar.

Somos nós que temos de a salvar.
Somos nós que temos de a salvar





História: Jorge Salgueiro

Ilustrações: Tiago Figueiredo e Francisco de Castro (adaptados para o filme)

Design Gráfico: Tiago Figueiredo



Edição do CD: Foco Musical
Narrador: Guilherme Mendonça
Música: Jorge Salgueiro
Letras canções: João Aguiar
Coro Infantil da Coro Musical
Orquesta Didáctica da Foro Musical

A Floresta de Água


Hoje foi contada a história do livro A Floresta d'água.

Objectivo: Sensibilizar para a preservação do meio ambiente .

A Floresta d’água

de Jorge Salgueiro
Edição Câmara Municipal de Sintra
Outubro 2003
Sinopse

Partindo de uma história onde é ilustrada destruição da floresta pelo Homem, o pequeno leitor é confrontado com as preocupações ambientais tão pertinentes nos tempos que correm. Através da aventura de uma Gotinha d'Água, cujo percurso ilustra o ciclo da água, a criança entra em contacto com os quatro elementos, aqui representados: água, terra, ar e fogo.

As crianças escutaram a história com muito interesse.

29 de março de 2010

O Teatro veio à «Escola» - O Patinho Feio




O patinho feio - a história de Hans Christian Andersen (Dinamarca 1805 - 1875)

Numa bela tarde de Verão, a mãe pata vigiava sorridente os ovos da sua ninhada que estavam prestes a estalar: "Cric, crac", fez o primeiro ovo. "Cric, crac", fizeram, uns após outros, todos os ovos da ninhada. As cascas partiram e cinco belos patinhos amarelos saíram cá para fora. "Como sois belos!", disse a mãe.
Mas, faltava um ovo! Era maior e mais escuro do que os outros e continuava fechado. A mãe pata estava preocupada, mas finalmente, também aquele começou a estalar. "Pac!, fez a casca ao romper:
A mãe ficou muito espantada ao ver aquele filhote.
"Não é nada parecido com os irmãos!", disse a pata.
"É tão grande, as penas são cinzentas e o bico é enorme!", disseram em coro os patos da quinta.
"É horroroso!", disseram os cinco patinhos.
"Paciência! Ficará mais bonito quando for grande!", suspirou a mãe, e levou os patinhos ao lago para aprenderem a nadar.
Os dias passaram, mas para o patinho feio não eram dias felizes. Os irmãos davam-lhe bicadas, os gatos arranhavam-no e os meninos da quinta divertiam-se a assustá-lo.
Uma tarde, olhando para o céu, o patinho feio viu uns pássaros brancos maravilhosos que se preparavam para aterrar. "Como são bonitos! Gostaria de voar com eles para longe daqui!", pensou, e decidiu partir à procura de um lugar melhor para ficar.
O pato vagueou um pouco pelo Mundo, sozinho, triste, esfomeado. Um dia chegou a uma quinta onde viviam uma galinha e um gato.
"Vem", disseram-lhe, "se quiseres podes ficar connosco".
Todo contente, o patinho feio aceitou, mas a sua alegria não durou muito tempo.
"Sabes pôr ovos?", perguntou a galinha.
"Não", respondeu o pato.
"Sabes ronronar?", perguntou o gato.
"Não", respondeu de novo.
"Então vai-te embora, porque és tolo e não serves para nada!".
"Triste e desconsolado, o patinho feio voltou a vaguear sozinho.
A certa altura pareceu-lhe ver qualquer coisa a brilhar por detrás das folhas de um arbusto...
Era um lago! Aproximou-se e ficou maravilhado!
Ali nadavam alegremente os mesmos pássaros brancos que um dia tinha visto no céu a voar.
O patinho não pôde resistir. Queria juntar-se a eles a todo o custo.
"Não me importo se me mandarem embora às bicadas", pensou.
Mas ninguém lhe fez mal. Os belos pássaros foram ter com ele e receberam-no com alegria.
O patinho feio, muito tímido, baixou a cabeça e viu a sua imagem espelhada na água. Reparou então que já não era feio e desajeitado, mas que se tinha tornado num esplêndido pássaro branco, num belo cisne branco!
Foi o dia mais feliz da sua vida!


"Fábulas maravilhosas", Porto Editora.



Pequeno filme do espectáculo de teatro O Patinho Feio




19 de março de 2010

Dia do Pai - 19 de Março de 2010

Na Sala Azul as crianças celebraram o Dia do Pai .

As crianças aprenderam canções, para cantar ao seu pai:



O Meu Pai Tem Uma Loja

O meu pai tem uma loja
Debaixo de um guarda-sol.
Toda a gente que ali passa
Vai comprar o seu pão mole.

Sim senhor Jo
Sim senhor Zé
Sim senhor Ma
Sim senhor Nel

Sim senhor José Manuel! (bis)
(Canção Popular Francesa adaptada por V. M. Diniz)








Fizeram um presente e um postal para o seu Pai





As fotos da execução da moldura, onde foi colocada uma foto da criança - O Presente para o Pai.








A Título de exemplo - um dos postais.


Escutaram a história

Vamos à caça do urso
Michael Rosen; Helen Oxenbury














«Nunca é fácil ir à caça do urso, como depressa descobrem os cinco potenciais caçadores desta história (incluindo um bebé, mas sem contar com o cão). Está um belo dia, e eles vão dizendo que não têm medo, enquanto atravessam um campo de erva alta e ondulante, cruzam um rio fundo e frio, se arrastam através da lama pegajosa, procuram o caminho pelo meio de uma floresta, passam através de um nevão que rodopia e entram pé-ante-pé numa caverna soturna. Aqui, na escuridão, tudo parece diferente... E qual é a coisa temível que aparece diante deles?
A história — recontada com humor e energia por Michael Rosen — baseia-se numa tradicional rima infantil. Enquanto se lê, pode-se também executar as acções, fingindo atravessar o campo de erva, cruzar o rio, seguindo os caçadores até à caverna... e depois de regresso a casa. Quando toda a família participa, o livro transforma-se em algo mais do que uma história dramática e magnificamente ilustrada: torna-se um maravilhoso jogo que todos vão adorar.»



Editorial Caminho


No Dia do Pai realizou-se o Lanche - Convívio:




Além do que se pode observar, houve iogurte (para os meninos), sandes de fiambre e queijo.


Para além de lanchar com o seu pai, as crianças cantaram para os pais, todos escutaram a história Vamos à Caça do Urso e, por fim, cada criança ofereceu com muito entusiasmo o presente e o postal, que tinham preparado.

Sentimos que foram momentos agradáveis, de partilha de afectos e de muita alegria entre Filhos e Pais.

8 de janeiro de 2010

Quiquiriqui - A história

Texto de Marisa Núñez, a partir de um conto popular birmanês

Ilustrações de Helga Bansch


Quiquiriqui é um pintainho que, por não conseguir resistir ao bolo maravilhoso que a mãe preparou, esquece-se da promessa que tinha feito ao Gato Pelado para que este não o comesse.





Quiquiriqui é uma adaptação livre de um conto tradicional birmanês que fala sobre a necessidade de prestar atenção aos bons conselhos, da importância de cumprir as promessas e da dificuldade que aprender a partilhar implica.



O pintainho provoca a fúria do gato ao não deixar-lhe nada para lanchar, mas a compreensiva Mamã Galinha protegerá o seu pequenino, ajudando-o a sair deste mau bocado e dando-lhe outra oportunidade de aprender a lição.


As ilustrações luminosas, de cores vivas, muito de acordo com o ritmo do texto, contribuem para perfilar com mestria os sentimentos das personagens: a inquietação do pintainho, a ternura da galinha, a fúria do gato...



Esta história trata de valores morais, como já se referiu: aprender a partilhar; aprender a cumprir as promessas; aprender as escutar os conselhos (dos pais / educadores), permitindo ao mesmo tempo falar de sentimentos e emoções como as assinaladas ( inquietação, fúria, ternura).
Estes são aspectos muito importantes e estão a ser tratados / explorados com as crianças, através de conversas à volta da história, do enredo / acção, das personagens.
Também projectámos um trabalho de expressão plástica, que iremos concretizar e partilhar em grupo. Esta foi uma ideia proposta, à qual as crianças aderiram.

21 de novembro de 2009

Indo pelo Mar... com «A Lili e o Jardim da Índia»

E pelo Mar continuamos as nossas viagens ao mundo das descobertas e aprendizagens...

O Mar sempre levou o Homem à aventura, a outros lugares, a outras paragens.

Portugal país de mar, de marinheiros e navegadores «...Deu novos mundos ao mundo...».
Como todos nós sabemos, o navegador Vasco da Gama descobriu o caminho marítimo para a Índia, enviado pelo rei D. Manuel I (nascido em Alcochete).

Mas no caso das crianças da Sala Azul conhecer / descobrir este pedacinho da nossa história, tão significativo para os portugueses e para o mundo, aconteceu pela mão de uma das crianças do grupo. Ao partilhar connosco o livro da história «A Lili e o jardim da índia».

Esta partilha surgiu igualmente da partilha de uma outra história. Uma pequena história de vida, que lhe foi contada pelo seu avô materno. Uma daquelas histórias deliciosas, que só os avós sabem contar aos seu netos.

A partir destas histórias «seguimos uma pequena viagem» até um aspecto importante da História do nosso país. A descoberta realizada por um navegador português, do caminho marítimo para a Índia. O país da personagem Lili.

Aproveitámos para ver no mapa do mundo:

  • Onde fica Portugal e onde fica a Índia.
  • A distância grande entre os dois países.
  • Portugal é um país pequeno e a Índia é um país grande.

Agora até já se sabe, porque temos um centro comercial e a PonteVasco da Gama. A mesma que utilizamos para ir para nossa casa, ou à dos amigos e viajar por exemplo até Melides (como afirmaram algumas crianças).

Também aprendemos as cores da Bandeira de Portugal.



Lili e o Jardim da Índia é um livro de Jeremy Smith da Editorial Estampa.

A mãe da Lili viajou pelo mundo inteiro e plantou um jardim mágico para a filha, repleto de flores belas e exóticas. Na sua primeira aventura, Lili visita o jardim indiano, cujas plantas e flores lhe contam histórias da sua terra natal. No fim do livro há uma secção explicativa das plantas referidas ao longo da história e o lugar que ocupam na cultura indiana. Há também um guia das principais festividades indianas. Ilustrado com os tons dominantes da Índia, este livro relembra as flores indianas e ajuda a revelar a cultura e os costumes deste país extraordinário.

Depois fizemos Pintura


22 de outubro de 2009

A Surpresa de Handa

No mesmo dia (14/10) também escutámos uma nova história de frutas
A Surpresa de Handa, de Eileen Browne. Ed. Caminho (2009). Embora muito diferentes do nossos e de um espaço geográfico longínquo, trata-se de um livro de belíssimas ilustrações com uma história de amizade e surpresa. Esta cativou a atenção todo o grupo de crianças.


Como foi encontrado o filme da mesma no Youtube, apesar de estar em espanhol, é interessante colocá-lo neste espaço. No dia seguinte, as crianças também tiveram oportunidade de o ver e escutar a música, que foi adicionada ás imagens do livro e gostaram. Aqui fica o filme...